12 Jul 2016, 00:00 h

Projetos em destaque da Feceal participarão da Experiment-AL

Por: Ana Paula Lins e Geysa Miranda

A Feira de Ciências do Estado de Alagoas (Feceal), que acontecerá nos dias 23, 24 e 25 de novembro é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) por meio da Superintendência de Políticas Educacionais (Suped) e do Centro de Ciências e Tecnologia da Educação (Cecite). Este ano, ela servirá como seletiva para a exposição interativa de ciências Experiment-AL, na categoria ensino médio, junto às escolas da rede pública estadual. Os trabalhos que se destacarem na Feceal serão automaticamente inscritos na Experiment-AL,  esta que  é uma ação da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), em parceria com a Seduc,  com o Instituto Federal de Alagoas  ( Ifal), Maceió Shopping e Fundação de Amparo à Pesquisa a Alagoas  ( Fapeal).

Mais informações sobre a Feceal  

A Feceal  tem como objetivo estimular o interesse pelo estudo das ciências entre os alunos da rede estadual, bem como divulgar a produção científica das escolas estaduais.

A cada ano, a ​feira tem crescido e mais escolas têm exposto projetos. Somadas as duas primeiras edições, foram 49 trabalhos expostos. Em 2015, foram 40 projetos, 12 a mais do que em 2014, quando foram apresentados 28 trabalhos.

Os trabalhos apresentados também obtiveram reconhecimento em outras feiras ao redor do Brasil. Foi o caso da Escola Estadual Ana Lins, de São Miguel dos Campos, vencedora da edição  2015 com seu projeto de mão biônica​, o qual também foi apresentado nas Mostras Ciência Jovem, em Pernambuco e a Mostra Nacional de Robótica em Minas Gerais. Outros trabalhos apresentados na feira alagoana também foram expostos em eventos de grande porte como a Febrace-USP, Mostratec e Milset.

Outros projetos, além de promover o interesse pela ciência, despertam o espírito empreendedor do aluno. É o caso do vice-campeão da edição de 2015, projeto de alunos do curso de Análises Químicas da Escola Estadual Marcos Antônio que consiste na produção de iogurtes de goiaba a partir dos leites tipo A e C. O projeto surgiu a partir da identificação de uma carência existente no mercado – não se encontravam iogurtes de goiaba nas prateleiras dos supermercados – o que fez com que os alunos, além de produzir o iogurte, trabalhassem na criação de logomarca e criassem uma incubadora.​


Realização


Secretaria da ciência, tecnologia e inovação
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Parceiros


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